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<title>Olhar 360 Mato Grosso - A fonte de notícias do seu estado.</title>
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<description>Olhar 360 Mato Grosso - O seu portal de informações. </description>
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<title>Comissão aprova programa de incentivo à exportação sustentável da cadeia da moda brasileira</title>
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<description>O projeto continua em análise na Câmara dos Deputados</description>
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<media:description type="plain">Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1285201" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1285201">
<div class="midia-creditos">Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Célia Xakriabá: "A sociobiodiversidade brasileira é um diferencial competitivo no mercado internacional"</div>
</div>
<p>A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que cria o Programa Moda Brasileira no Mundo. A ideia é apoiar empresas, cooperativas, associações, empreendimentos comunitários e arranjos produtivos da cadeia da moda na elaboração de estratégias de exportação sustentável.</p>
<p>O programa garante prioridade a iniciativas que usem materiais e técnicas ligados à sociobiodiversidade, ao extrativismo sustentável e à produção artesanal de povos indígenas e comunidades tradicionais.</p>
<p>Entre as iniciativas previstas estão a capacitação para acesso a mercados internacionais, a adaptação dos processos produtivos às exigências de sustentabilidade e rastreabilidade, além de orientação sobre como obter certificados internacionais e estruturar cadeias produtivas mais transparentes.</p>
<p>Proteção aos conhecimentos tradicionais
Pela proposta, as empresas que usem conhecimentos tradicionais em seus produtos deverão identificar a procedência de materiais e técnicas, remunerar de forma justa os artesãos, bem como obter autorização prévia para o uso de grafismos, padrões e outras expressões culturais tradicionais.</p>
<p>O colegiado aprovou o substitutivo da relatora, deputada Célia Xakriabá (PSOL-MG), ao Projeto de Lei 7153/25, do deputado Duda Ramos (Pode-RR).</p>
<p>A relatora manteve o conteúdo original, mas ampliou a iniciativa para incluir negócios liderados por povos tradicionais.</p>
<p>"A sociobiodiversidade brasileira não é apenas patrimônio cultural e ambiental, mas também um diferencial competitivo para a inserção sustentável dos produtos nacionais no mercado internacional", destacou a deputada.</p>
<p>Célia Xakriabá citou dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), segundo os quais o setor reúne cerca de 25 mil empresas, gera 1,3 milhão de empregos diretos e movimenta mais de R$ 200 bilhões por ano.</p>
<p>A proposta determina que o programa seja executado em articulação com órgãos públicos, instituições financeiras, entidades do setor da moda e organizações indígenas e de comunidades tradicionais.</p>
<p>Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e seguirá para análise das comissões de Indústria, Comércio e Serviços; Desenvolvimento Econômico; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.</p>

<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a>

]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Agência Câmara Notícias</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 14:57:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Marinho pede solução do Supremo contra uso irregular do MEI</title>
<link>https://www.radarmatogrosso.com.br/noticia/marinho-pede-solucao-do-supremo-contra-uso-irregular-do-mei</link>
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<description>Ministro chama de fraude o uso de microempreendedores para substituir contratos formais de trabalho.</description>
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<media:description type="plain">© Lula Marques/ Agência Brasil.</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) tem a responsabilidade de impedir o uso indevido do registro de microempreendedor individual (MEI) como forma de substituir contratos formais de trabalho, disse nesta quarta-feira (24) o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho.</p>

<p>A declaração foi feita durante a apresentação da nova Relação Anual de Informações Sociais (Rais) Mensalizada, em Brasília. Segundo Marinho, a contratação de profissionais como pessoa jurídica em situações que apresentam características de emprego formal pode configurar fraude trabalhista.</p>

<h2>Limites do MEI</h2>

<p>Marinho defende que o MEI seja usado apenas por trabalhadores autônomos que exerçam atividades de empreendedorismo real, e não como alternativa para empresas evitarem obrigações trabalhistas.</p>

<p>Segundo o ministro, algumas funções não teriam perfil de atividade empresarial quando exercidas dentro da estrutura de uma empresa, como jornalistas, enfermeiros e cargos de gerência.</p>


<p>"Não se pode utilizar o MEI como forma de uma fraude trabalhista", ressalta.</p>


<p>O Ministério do Trabalho considera irregular a contratação via MEI quando estão presentes elementos típicos de vínculo empregatício, como subordinação, pessoalidade, habitualidade e pagamento fixo.

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<h2>Debate no Supremo</h2>

<p>A manifestação ocorre enquanto o STF analisa ações relacionadas à chamada "pejotização", que envolve a contratação de trabalhadores como pessoas jurídicas e a definição dos limites para reconhecimento de vínculo empregatício.</p>

<p>Para Marinho, permitir o uso indiscriminado de pessoas jurídicas em substituição a empregados formais poderia enfraquecer direitos previstos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).</p>

<h2>Horas extras</h2>

<p>Durante o evento, o ministro também comentou sobre o pagamento de horas extras e afirmou esperar que empresas estejam cumprindo a legislação trabalhista.</p>

<p>Pelas regras atuais, a jornada regular é de até 44 horas semanais. Quando esse limite é ultrapassado, o trabalhador deve receber a remuneração adicional, salvo situações previstas em acordos de compensação ou banco de horas.</p>

<p>Marinho afirmou que empresas que deixarem de contabilizar ou pagar corretamente as horas extras poderão ser alvo de fiscalização e multas.</p>

<h2>Jornada formal</h2>

<p>Dados da Rais Mensalizada apresentados no evento mostram que grande parte dos trabalhadores formais tem jornadas superiores a 41 horas semanais. Atualmente, o limite no Brasil corresponde a 44 horas semanais, mas pode cair para 40 horas caso o Congresso aprove o fim da escala 6 por 1.</p>

<h2>Principais números:</h2>

<ul>
	<li>37,11 milhões de trabalhadores têm jornada acima de 41 horas semanais;</li>
	<li>9,24 milhões de trabalhadores cumprem entre 31 e 40 horas por semana;</li>
</ul>

<p>O ministro afirmou acreditar que a maior parte das empresas cumpre as regras, mas destacou que a fiscalização continuará atuando em casos de descumprimento.</p>]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>André Richter - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 14:57:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Mercado de trabalho formal cresce 2,6%; serviço público puxa alta </title>
<link>https://www.radarmatogrosso.com.br/noticia/mercado-de-trabalho-formal-cresce-2-6-servico-publico-puxa-alta</link>
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<description>As regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste apresentaram os maiores crescimentos proporcionais no período</description>
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<media:description type="plain">© Marcelo Camargo/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado de trabalho formal brasileiro registrou crescimento de 3,6% em um ano e alcançou 62,2 milhões de vínculos ativos em fevereiro de 2026, segundo dados da nova Relação Anual de Informações Sociais (Rais) Mensalizada, divulgados nesta quarta-feira (24) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O avanço foi impulsionado principalmente pelo aumento do número de servidores públicos, que superou o ritmo de expansão dos empregos com carteira assinada.</p>

<p>O total representa acréscimo de 2,17 milhões de vínculos em relação a fevereiro de 2025. Do estoque registrado, 48 milhões eram trabalhadores celetistas e 13,8 milhões correspondiam a agentes públicos, incluindo servidores estatutários, contratados por tempo determinado e ocupantes de cargos em comissão.</p>

<p>Confira os destaques:</p>

<ul>
	<li>62,2 milhões de vínculos formais em fevereiro de 2026;</li>
	<li>+2,17 milhões de postos em 12 meses;</li>
	<li>13,8 milhões de agentes públicos;</li>
	<li>48 milhões de trabalhadores celetistas;</li>
	<li>3,6% de crescimento anual do emprego formal.</li>
</ul>

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<h2>Setor público avança</h2>

<p>Os vínculos no setor público cresceram 8,6% na comparação anual, com a criação de 1,09 milhão de postos. Já os trabalhadores com carteira assinada tiveram expansão de 2,2%, com aumento de 1,04 milhão de vínculos.</p>

<p>Entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026, o mercado formal ganhou 1,39 milhão de trabalhadores. O destaque novamente ficou com os agentes públicos, que avançaram 7,81% no período, passando de 12,8 milhões para 13,8 milhões de vínculos.</p>

<p>Segundo o levantamento, cerca de 886,9 mil das novas contratações públicas registradas no início do ano foram por tempo determinado.</p>

<h2>Alta no início do ano</h2>

<p>O resultado também está relacionado ao comportamento sazonal do mercado de trabalho nos primeiros meses do ano, período em que alguns setores retomam contratações após férias coletivas e recesso.</p>

<p>Apesar do crescimento dos vínculos formais, o avanço dos empregos privados ocorreu em ritmo mais moderado. O número de celetistas passou de 47,6 milhões em dezembro para 48 milhões em fevereiro, alta de 0,81%.</p>

<h2>Diferenças regionais</h2>

<p>As regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste apresentaram os maiores crescimentos proporcionais no período.</p>

<ul>
	<li>Norte: alta de 4,16%;</li>
	<li>Nordeste: crescimento de 3,27%;</li>
	<li>Centro-Oeste: avanço de 2,70%.</li>
</ul>

<p>Considerando o crescimento absoluto do número de empregos formais, Minhas Gerais e São Paulo se destacam com 271,2 mil e 148,5 mil novos vínculos, respectivamente. </p>

<h2>Mulheres ganham espaço</h2>

<p>A participação feminina no emprego formal aumentou no período. O número de vínculos ocupados por mulheres chegou a 28,6 milhões em fevereiro, alta de 4,7% em relação ao ano anterior.</p>

<p>Entre os homens, o crescimento foi de 2,7%, alcançando 33,5 milhões de vínculos. Com isso, a participação das mulheres no mercado formal passou de 45,6% para 46,1%.</p>

<p>O levantamento também apontou crescimento mais forte entre trabalhadores indígenas, pretos e pardos, além de avanço expressivo entre jovens de 18 a 24 anos, que tiveram aumento de 1,21 milhão de vínculos em 12 meses.</p>

<h2>Dados salariais</h2>

<p>A massa salarial mensal passou de R$ 235,7 bilhões em janeiro de 2025 para R$ 240,7 bilhões em dezembro do mesmo ano, alta de 2,1%. A massa salarial engloba a soma de todos os rendimentos recebidos pelos trabalhadores em um determinado período.</p>

<p>A remuneração média mensal chegou a R$ 4.369 em dezembro de 2025, contra R$ 4.208,6 em fevereiro, aumento de 3,8%.</p>

<p>O setor de serviços concentrou a maior parcela da massa salarial, com cerca de R$ 155 bilhões no último mês analisado.</p>

<h2>Governo revisa registros</h2>

<p>O Ministério do Trabalho informou que identificou inconsistências nos dados de remuneração enviados pelos empregadores. Embora o número de vínculos formais tenha crescido de 60 milhões para 62,2 milhões em um ano, a quantidade de registros com remuneração válida caiu de 55,26 milhões para 53,53 milhões.</p>

<p>Diante das divergências, o governo decidiu divulgar os dados salariais apenas até dezembro de 2025 e aprofundar a análise das informações antes das próximas atualizações da Rais Mensalizada.</p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 14:57:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Defesa de Bolsonaro pede a Moraes que prorrogue prisão domiciliar</title>
<link>https://www.radarmatogrosso.com.br/noticia/defesa-de-bolsonaro-pede-a-moraes-que-prorrogue-prisao-domiciliar</link>
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<description>STF avalia se Bolsonaro cometeu falta grave após apreensão de arma.</description>
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<media:description type="plain">© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>A defesa do ex-presidente da República (2020-2024) Jair Bolsonaro pediu ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que prorrogue a prisão domiciliar concedida ao político em março deste ano.</p>

<p>A solicitação foi protocolada no fim da noite desta terça-feira (23), com um relatório médico atualizado na véspera (22). Segundo o advogado Paulo Cunha Bueno, o laudo demonstra que, embora permaneça estável, o quadro clínico do ex-presidente ainda exige atenção contínua e cuidados especiais.</p>


<p>“Tal estabilidade não representa resolução das enfermidades de base, mas resultado do controle clínico obtido mediante observância rigorosa das medidas terapêuticas instituídas, acompanhamento multidisciplinar regular e monitorização contínua das múltiplas comorbidades apresentadas”, afirmou o advogado, em suas redes sociais.</p>


<p>Condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo da trama golpista, o ex-presidente está cumprindo a pena em sua residência, no condomínio Solar de Brasília, em bairro nobre da capital federal.</p>

<p>Ao atender o primeiro pedido da defesa, no final de março, Moraes autorizou o político a cumprir a pena em casa por 90 dias, prazo que termina nesta quinta-feira (25).</p>

<p>Em sua decisão, Moraes levou em conta laudos médicos que apontaram que o ex-presidente ainda apresentava sequelas de uma pneumonia que o fez passar 14 dias internado no hospital particular DF Star, em Brasília.</p>

<p>A expectativa inicial é de que o ministro se posicione, até esta quinta-feira, sobre se manterá o regime de cumprimento de pena do ex-presidente.

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<h2>Arma de fogo</h2>

<p>Moraes deve levar em conta também o fato de a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) ter apreendido uma arma de fogo que, supostamente, pertence a Bolsonaro.</p>

<p>Na noite do último dia 15, ao parar um carro durante uma blitz de rotina, policiais militares apreenderam uma pistola, modelo Glock 9 milímetros (mm), e um carregador sobressalente. </p>

<p>Conduzido até uma delegacia, o motorista do veículo se identificou como servidor do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República e disse que a arma pertencia ao ex-presidente.</p>

<p>Segundo a PCDF, que instituiu um inquérito para investigar o caso, o homem disse que a arma tinha apresentado problemas e que, por isso, pediram-lhe que a levasse para um especialista em reparos.</p>

<p>A pistola teria sido retirada da residência de Bolsonaro naquele mesmo dia e seria devolvida no dia seguinte.</p>

<p>Na manhã desta quarta-feira (24), Moraes determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste, em até 48 horas, sobre se o ex-presidente cometeu falta disciplinar grave ao manter a arma consigo. </p>

<p>Segundo a Lei de Execução Penal, comete falta grave o condenado à pena privativa de liberdade que possuir, indevidamente, instrumento capaz de ofender a integridade física de outrem. </p>

<p>Em sua decisão,  Moraes revela que, ao prestar depoimento sobre o caso, na tarde de ontem, Bolsonaro confirmou que a arma é sua e está devidamente registrada. Além disso, o ex-presidente manteve a arma consigo porque "tinha três mulheres em casa" e, portanto, "não poderia ficar desarmado".</p>

<p>O advogado Paulo Cunha Bueno confirmou, nas redes sociais, que a arma pertence a Bolsonaro.</p>

<p>"E tendo em vista que não houve determinação de cancelamento de seu registro e [para a] entrega da arma, esta deveria, de fato, estar em seu endereço residencial, onde [Bolsonaro] hodiernamente [atualmente] se encontra custodiado”, escreveu Bueno nas redes sociais, confirmando que foi o ex-presidente quem, ao manusear a pistola, constatou que ela estava com problema.</p>

<p>“Razão pela qual solicitou a um dos seus seguranças, sargento do Exército com expertise de manutenção daquele modelo, que verificasse qual problema”, escreveu Bueno.</p>

<p>“Em momento algum houve intuito de descumprir qualquer determinação legal, sendo certo que se trata de episódio criminalmente acromático [de menor relevância penal]”, concluiu o advogado, assegurando confiar no arquivamento do inquérito da Polícia Civil. </p>]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 13:57:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Renovação de cota zero para carros elétricos beneficia consumidor</title>
<link>https://www.radarmatogrosso.com.br/noticia/renovacao-de-cota-zero-para-carros-eletricos-beneficia-consumidor</link>
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<description>No comando da pasta do Desenvolvimento, Márcio Elias Rosa destacou medida em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro.</description>
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<media:description type="plain">© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>Garantir melhores preços para o consumidor brasileiro e fortalecer a indústria automotiva nacional são as principais razões do governo federal para renovar, por seis meses, as cotas de importação com alíquota zero para veículos eletrificados desmontados (CKD) e semidesmontados (SKD). A informação é do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa.</p>

<p>Em entrevista ao programa Bom dia, ministro, nesta quarta-feira (24), ele explicou que a presença dos veículos elétricos já virou parte da cena urbana do país.</p>


<p>“O governo federal tomou essa decisão ontem não foi para causar dano para produção nacional, ao contrário, é para favorecer sobretudo o consumidor, o mercado.”</p>


<p>A medida terá validade por seis meses a partir de 1º de julho do próximo ano e contempla um limite de US$ 463 milhões em veículos nos regimes CKD e SKD, que permitem a montagem final dos automóveis no Brasil.</p>

<p>“Essa decisão foi tomada porque essas montadoras estão se instalando no país para produzir. Tem uma lá em São Paulo, tem outra na Bahia que já estão começando a produzir veículos híbridos, híbridos flex, aqui no país, o que é bom para oferta, tanto para o mercado quanto para geração de emprego e de renda.”</p>

<p>Sobre as críticas das montadoras tradicionais, o ministro ressalta só acessará as linhas de financiamento quem fabricar no país. Segundo o ministro, o Brasil tem uma série de medidas para acomodar todos os interesses que são legítimos.</p>

<p>A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) declarou que a manutenção das cotas de importação a veículos elétricos com alíquota zero pode prejudicar fabricantes instalados no Brasil, trabalhadores e empresas nacionais de autopeças.</p>

<h2>Aumento do imposto</h2>

<p>Por outro lado, o Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) manteve o cronograma de aumento das tarifas de importação para veículos elétricos e híbridos.</p>

<p>Os veículos eletrificados semidesmontados (SKD) terão a tarifa de importação elevada para 35% a partir de julho. Já os modelos desmontados (CKD) continuarão com alíquota de 14% até o fim de 2026, passando também para 35% em janeiro de 2027.</p>

<p>“O governo federal tem intensificado e fortalecido muito a indústria automotiva no Brasil. Quem quiser montar, fabricar, produzir aqui no país encontra vantagens em instrumentos de fomento, de apoio. Mas [o país] também não criou uma barreira para a importação”, acrescentou Márcio Elias Rosa.</p>

<p>De acordo com o ministro, o Brasil começou cronograma de elevação do imposto de importação, que vai chegar, em janeiro do ano que vem, a 35% para todos os veículos.
 
“Havia pressão para que reduzíssemos o imposto de importação, para que não acontecesse agora o aumento, porque, a partir de 1º de julho é que sobe para 35%. Isso foi mantido."</p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 12:57:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Projeto determina que câmaras municipais sejam informadas sobre obras federais e estaduais</title>
<link>https://www.radarmatogrosso.com.br/noticia/projeto-determina-que-camaras-municipais-sejam-informadas-sobre-obras-federais-e-estaduais</link>
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<description>Pelo texto, a notificação detalhada deverá ocorrer em até cinco dias úteis após a assinatura do contrato ou autorização</description>
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<media:description type="plain">Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1278117" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1278117">
<div class="midia-creditos">Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Hildo Rocha, o autor da proposta</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 663/26 exige que os órgãos federais e estaduais informem as câmaras municipais sobre a execução de obras, serviços e programas nos municípios. Pelo texto, que está em análise na Câmara dos Deputados, a notificação deverá ocorrer em até cinco dias úteis após a assinatura do contrato ou da autorização.</p>
<p>Autor do projeto, o deputado Hildo Rocha (MDB-MA) afirmou que a execução direta de obras nos municípios é comum, mas a falta de comunicação dificulta o controle social. “A medida visa fortalecer a transparência administrativa”, disse.</p>
<p>Principais pontos
A proposta determina que a comunicação oficial, física ou eletrônica, precisará detalhar:</p>

o objeto executado;
o valor total do investimento;
a origem dos recursos;
o cronograma físico-financeiro com prazos de início e conclusão; e
a identificação da empresa contratada.

<p>Punições
O texto estabelece ainda que o descumprimento da regra sujeitará o responsável a sanções administrativas.</p>
<p>As punições deverão ser aplicadas sem prejuízo da comunicação aos órgãos de controle, para a adoção de outras providências.</p>
<p>Próximos passos
O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional; de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>

<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a>

]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Agência Câmara Notícias</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 11:57:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Saúde cria comitê para reduzir morte materna e infantil indígena</title>
<link>https://www.radarmatogrosso.com.br/noticia/saude-cria-comite-para-reduzir-morte-materna-e-infantil-indigena</link>
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<description>Colegiado vai propor diretrizes e monitorar indicadores em conjunto com os Distritos Sanitários Especiais Indígenas.</description>
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<media:description type="plain">© Rovena Rosa/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), do Ministério da Saúde, instituiu nesta quarta-feira (24) o Comitê de Redução da Mortalidade Materna, Fetal e Infantil Indígena. O grupo atuará no âmbito do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS).</p>

<p>O colegiado será responsável por propor diretrizes, estratégias e instrumentos voltados à diminuição da mortalidade materna, fetal e infantil, respeitando as especificidades de cada Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI). A atuação inclui o monitoramento de indicadores de saúde, análise de fatores de risco e avaliação das ações desenvolvidas nas regiões atendidas.</p>

<h2>Atribuições</h2>

<p>Entre as principais competências do colegiado estão a elaboração de metodologias estratégicas e do Plano de Redução da Mortalidade Materna, Fetal e Infantil Indígena, além do acompanhamento da implementação das medidas nos DSEIs. </p>

<p>Outra função é promover a articulação entre órgãos públicos, organizações da sociedade civil, comunidades indígenas e especialistas, incluindo representantes das medicinas tradicionais indígenas. </p>

<p>O grupo ainda poderá recomendar medidas para prevenir riscos epidemiológicos, especialmente em áreas com povos indígenas isolados ou de recente contato.</p>

<p>Nesses casos, as ações deverão seguir princípios como a precaução, o respeito à autodeterminação dos povos e a não imposição de contato, além da proteção integral à vida, às culturas e aos territórios tradicionalmente ocupados.
 </p>]]></content:encoded>
<category>Direitos Humanos</category>
<dc:creator>Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:57:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Fabricação de produto alimentício gerou mais emprego em 2024, diz IBGE</title>
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<description>Destacam-se também a confecção de artigos do vestuário e acessórios, a fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos, além de veículos automotores, reboques e carrocerias</description>
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<media:description type="plain">© Tânia Rêgo/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>A atividade de fabricação de produtos alimentícios foi a que mais empregou no Brasil em 2024, atingindo 2,1 milhões de pessoas. O total de pessoal ocupado ficou em 8,7 milhões. A ênfase é para as indústrias de transformação, que concentraram 97,1% do total.</p>

<p>Entre as atividades, destacam-se também a confecção de artigos de vestuário e acessórios (551,8 mil), a fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (517,1 mil) e a fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (491,9 mil).</p>

<p>Naquele ano, o mercado de trabalho no país tinha 8,7 milhões de pessoas empregadas em 358,4 mil empresas industriais. Em salários, retiradas e outras remunerações esse contingente recebeu R$ 481,1 bilhões.</p>

<p>Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Anual: Empresa e Produto (2024), divulgada nesta quarta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>

<p>Ainda em 2024, a receita bruta total dessas empresas atingiu R$ 8,8 trilhões, sendo a maior parte, R$ 7,4 trilhões, obtidos com a venda de produtos e serviços industriais, R$ 695,9 bilhões em revenda e serviços não industriais e as demais receitas somando R$ 706,0 bilhões.</p>

<p>A receita líquida de vendas (RLV), calculada a partir da receita bruta com a dedução dos impostos sobre vendas, das vendas canceladas e dos descontos incondicionais, alcançou R$ 6,8 trilhões. As empresas tiveram ainda R$ 2,6 trilhões em Valor de Transformação Industrial (VTI). Desse total, 88,8% tiveram origem nas indústrias de transformação.</p>

<p>Conforme o IBGE, o VTI é a variável obtida pela diferença entre o valor bruto da produção industrial e os custos das operações.</p>


<p>“Representa a riqueza efetivamente gerada pela atividade industrial”, disse o gerente de Análise e Disseminação da pesquisa, Marcelo Miranda, em entrevista à Agência Brasil.</p>


<p>As indústrias de transformação representaram 92,9% da receita líquida de vendas da indústria nacional em 2024. Os destaques foram as atividades de fabricação de produtos alimentícios que tiveram 23,0% do total da RLV. Na sequência estão a fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis, com 10,1%, da fabricação de produtos químicos, 9,2%, da fabricação de veículos automotores, reboques e carroceria, que tiveram 8,9%, e de metalurgia, que somou 6,4%.</p>


<p>“A fabricação de produtos alimentícios é extremamente representativa. É um dado significativo do Brasil. A economia brasileira tem muita dependência da produção e fabricação de alimentos. Era de se esperar que isso fosse também no ano de 2024, dentro da atividade industrial”, acrescentou o gerente.</p>


<p>Na produtividade, a extração de petróleo e gás natural ficou na frente do ranking, gerando R$ 13,3 milhões por pessoa ocupada.</p>

<h2>Tamanho das empresas</h2>

<p>Outro dado importante da pesquisa é que as empresas com 500 ou mais pessoas ocupadas foram responsáveis por 67,9% da receita líquida total, ao chegarem a R$ 4,6 trilhões. As médias empresas, com 100 a 499 pessoas ocupadas, foram 17,4%; as pequenas 8,7%; e as microempresas responderam por 6,1%. “O contraste é relevante, pois, embora a indústria tenha muitas empresas de menor porte, a maior parte da receita está associada a firmas de maior escala”, analisou o IBGE.</p>

<h2>Renda</h2>

<p>Em geral, os salários, retiradas e outras remunerações somaram R$ 481,1 bilhões. Nesse montante, 94,9% do volume salarial foram pagos no setor de transformação. No total da indústria, o salário médio, calculado em salários mínimos, ficou em 3,0, sendo que na extrativa atingiu 5,4 mínimos. Nessa atividade, no entanto, o setor de extração de petróleo e gás natural, pagou 17,5 salários mínimos em 2024. Na transformação, chegou a 2,9 mínimos, sendo a atividade de fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis a de maior salário médio (7,9 salários).</p>

<p>Outro indicador importante é a “razão de concentração de ordem 8” (R8), medido pelo percentual do valor de transformação industrial correspondente às oito maiores empresas da indústria. Quanto maior esse índice, maior é a concentração de mercado. Em 2024, 20,2% do VTI estavam concentrados nas oito maiores empresas industriais. Nas Indústrias extrativas, o R8 foi de 50,1%, enquanto as Indústrias de transformação obtiveram 20,4%, com destaque para a extração de carvão mineral (96,5%), setor de maior concentração, e a confecção de artigos do vestuário e acessórios (9,5%), setor de menor concentração</p>

<h2>Regiões</h2>

<p>Na avaliação das unidades da Federação, 18 das 27 têm a atividade de fabricação de produtos alimentícios como a primeira em valor da transformação industrial. A Região Sudeste apresentou forte concentração do VTI industrial (60,3%). Na sequência, ficaram o Sul (19,1%), Nordeste (8,4%), Norte (6,3%) e o Centro-Oeste (6,0%).</p>


<p>“A concentração regional é um traço persistente da estrutura industrial brasileira, associada à história de formação do parque industrial, infraestrutura, mercado consumidor, redes logísticas, disponibilidade de serviços produtivos e localização de cadeias específicas”, indicou o IBGE.</p>


<p>São Paulo se destacou como a principal unidade da Federação no VTI industrial, atingindo 34,5%. De acordo com os pesquisadores, o estado concentra atividades diversificadas, incluindo alimentos, químicos, veículos, máquinas, produtos de metal, farmacêuticos, borracha e plástico, como também serviços produtivos e de infraestrutura.</p>

<p>Com forte influência de petróleo, gás e derivados, o Rio de Janeiro atingiu 12,8%, seguido de Minas Gerais com 10,8%. Nesse estado, o destaque foi mineração, metalurgia, alimentos e outros segmentos industriais.</p>

<p>O segundo polo industrial do Brasil é a Região Sul, tendo os destaques - Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina - entre as maiores unidades da Federação em VTI. A estrutura da região passa por alimentos, máquinas e equipamentos, veículos, indústria metalmecânica, móveis, têxteis e outros segmentos.</p>

<p>Na Região Norte, as maiores influências são Amazonas, por causa do polo industrial de Manaus, incluindo eletrônicos e outros equipamentos, e o Pará com a mineração, especialmente metálicos.</p>

<p>Marcelo Miranda chamou a atenção para o desempenho do Amazonas, que, conforme informou, é a única unidade com fabricação de produtos de informática, eletrônicos e ópticos como a principal atividade.</p>


<p>“O Amazonas é a unidade da Federação mais relevante em termos de valor da transformação industrial da Região Norte. Isso não ocorre em nenhuma outra unidade  e tem uma justificativa plausível por causa da Zona Franca de Manaus com a concentração dessa atividade”</p>


<p>A Bahia e Pernambuco lideram no Nordeste, com as indústrias de químicos, derivados de petróleo, alimentos, bebidas e segmentos industriais regionais.</p>

<p>A força crescente da agroindústria, alimentos e biocombustíveis determinam o destaque de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul no Centro-Oeste.</p>

<p>Para o gerente de Análise e Disseminação da pesquisa, Marcelo Miranda, o grande destaque da PIA 2024 é o desempenho da atividade de fabricação de produtos alimentícios e sua importância para a economia brasileira, principalmente na indústria de transformação, seguindo toda a cadeia produtiva do Brasil desde a agricultura até a transformação de produtos alimentícios, que é uma atividade industrial.</p>


<p>“Mostra o quanto a cadeia produtiva dos produtos alimentícios é importante na economia brasileira não só em pessoal ocupado, que é a atividade mais importante, como também em salários pagos”, analisou, lembrando que a atividade teve destaque em receitas e em termos regionais, quando 18 das 27 unidades a apresentaram como a que mais avançou.</p>


<h2>Delay</h2>

<p>Marcelo Miranda explicou que a diferença de tempo para a sua divulgação - agora está sendo apresentada a de 2024 - é decorrente de todo o processo de coleta e avaliação de dados. Primeiro, os pesquisadores precisam esperar que as empresas fechem o ano fiscal, que termina em 31 de dezembro, e analisem as informações entre março e abril. O IBGE faz a coleta durante todo o ano e depois a crítica dos dados até chegar à análise para fazer a divulgação no ano seguinte, o que provoca o delay de quase dois anos.</p>

<p>“Por isso que leva esse tempo um pouco longo, de um ano e meio, até conseguir divulgar a pesquisa”, disse Miranda, acrescentando que a divulgação é anual e que por causa de mudanças na metodologia de análise de dados não é possível fazer comparação com resultados de pesquisas anteriores.</p>

<h2>Pesquisa</h2>

<p>Segundo o IBGE, o objetivo da PIA é identificar as características estruturais básicas do segmento empresarial da atividade industrial no Brasil e “suas transformações no tempo, por meio de levantamentos anuais, tomando como base uma amostra de empresas industriais”.</p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Cristina Índio do Brasil - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:57:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Comissão aprova proposta de apoio a empreendedores negros</title>
<link>https://www.radarmatogrosso.com.br/noticia/comissao-aprova-proposta-de-apoio-a-empreendedores-negros</link>
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<description>Texto segue em análise na Câmara dos Deputados</description>
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<media:description type="plain">Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1285065" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1285065">
<div class="midia-creditos">Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Erika Hilton é a relatora da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que institui um programa nacional de apoio ao afroempreendedorismo. O objetivo é fortalecer, formalizar e desenvolver atividades econômicas lideradas por pessoas negras e ampliar a participação de comunidades quilombolas e grupos de matriz africana no mercado nacional.</p>
<p>A redação aprovada é um substitutivo apresentado pela relatora, deputada Erika Hilton (Psol-SP), que consolidou o projeto original (PL 4057/15) do ex-deputado Vicente Cândido (SP) e outras três propostas que tramitam em conjunto (PLs 10421/18, 304/19 e 5619/23).</p>
<p>A proposta aprovada inclui o apoio à economia criativa, ao cooperativismo e à economia solidária. O novo texto também prevê a criação de uma Rede Nacional de Micro e Pequenos Afroempreendedores e de uma Comissão Nacional de Apoio ao Afroempreendedorismo, que contará com a participação da sociedade civil para monitorar as metas e os resultados do programa.</p>
<p>Erika Hilton defendeu a importância de medidas concretas para enfrentar as dificuldades de acesso a crédito e educação formal enfrentadas pela população negra. “O novo marco legal pode se tornar um instrumento de desenvolvimento econômico e social, alinhado aos compromissos do Estado brasileiro com a promoção da justiça racial”, afirmou.</p>
<p>Coordenação
De acordo com a proposta, o programa será coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, em parceria com os ministérios da Igualdade Racial e do Empreendedorismo.</p>
<p>As linhas de crédito serão operadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), utilizando recursos do orçamento federal, depósitos compulsórios e outras fontes, com taxas de juros baseadas na Taxa de Juros de Longo Prazo.</p>
<p>As agências oficiais de fomento deverão fornecer aos beneficiários do programa informações e materiais de apoio sobre gestão empresarial, planejamento, inovação, marketing e finanças. Deverão, ainda, oferecer cursos de capacitação e consultoria técnica.</p>
<p>Próximos passos
A matéria ainda será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Econômico; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores.</p>

<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei </a>

]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Agência Câmara Notícias</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 09:57:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Projeto estabelece tempo máximo de espera em atendimentos de saúde para crianças e adolescentes</title>
<link>https://www.radarmatogrosso.com.br/noticia/projeto-estabelece-tempo-maximo-de-espera-em-atendimentos-de-saude-para-criancas-e-adolescentes</link>
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<description>Texto tramita em regime de urgência e pode ser votado pelo Plenário </description>
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<media:description type="plain">Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1285049" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1285049">
<div class="midia-creditos">Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Heloísa Helena é a autora a proposta</div>
</div>
<p>O Projeto de Lei 192/26, da deputada Heloísa Helena (Rede-RJ), estabelece tempo máximo de espera para crianças e adolescentes em atendimentos de saúde. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. </p>
<p>A espera deve ter os seguintes limites:</p>

6 horas em casos de urgência ou emergência;
24 horas em casos de atendimento ambulatorial;
48 horas para cirurgias e procedimentos emergenciais;
15 dias para exames; e
30 dias para cirurgias eletivas.

<p>Esses prazos aplicam-se a pacientes com até 18 anos de idade.</p>
<p>O Ministério da Saúde poderá estabelecer prazos diferentes conforme a especialidade médica, desde que não ultrapassem o estabelecido no texto.</p>
<p>Caberá ao Sistema Único de Saúde (SUS) garantir a transparência das filas de espera dos atendimentos de crianças e adolescentes com a divulgação periódica de dados e informação clara às famílias sobre o tempo estimado de atendimento. </p>
<p>Justificativa
De acordo com a autora, a Constituição Federal assegura o direito prioritário à saúde para crianças e adolescentes, em desacordo com as longas filas para consultas, exames e procedimentos médicos.</p>
<p>“A infância e a adolescência correspondem a fases decisivas do desenvolvimento humano. A demora no diagnóstico ou no tratamento pode gerar consequências irreversíveis, comprometendo o crescimento, o aprendizado e a qualidade de vida futura”, afirma a deputada.</p>
<p>Próximos passos
O projeto tramita em regime de urgência e pode ser votado diretamente pelo Plenário da Câmara.</p>

<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a>

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<category>Política</category>
<dc:creator>Agência Câmara Notícias</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:57:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Nova série da TV Brasil, Afiadas aborda com humor desafios femininos</title>
<link>https://www.radarmatogrosso.com.br/noticia/nova-serie-da-tv-brasil-afiadas-aborda-com-humor-desafios-femininos</link>
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<description>Os oito episódios começam a ser exibidos na sexta-feira (26), às 23h.</description>
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<media:description type="plain">© Paulo Pinto/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>Série de humor que debate temas fundamentais do universo feminino. Essa é a proposta da Afiadas, que estreia nesta sexta-feira (26), a partir das 23h, na TV Brasil.</p>

<p>A produção conta a história de Adrielly (Pretha Sousa), uma jovem manicure que vive em Brasília e que trabalha no salão de Dona Márcia (Heloisa Perissé). No Local, também trabalham Samantha (Carol Portes) e Jéssika (Veronica Debom).</p>

<p>É nesse cenário que a trama se desenrola. Enquanto tenta sobreviver financeiramente e conciliar a faculdade de sociologia, Adrielly registra em vídeo a rotina do seu local de trabalho, que recebe mulheres potentes do Brasil.</p>

<p>Dentro do salão, Dona Márcia conversa sobre temas do cotidiano das mulheres, como política e cuidados dos filhos. “São conversas profundas e muito engraçadas”, explicou Mayra Cotta, uma das produtoras da série.</p>


<p>“O humor ajuda a gente a encostar em temas que, de alguma outra forma, não se conseguiria chegar por ser muito dolorido ou porque ficaria muito chato de falar. O humor é então uma ferramenta muito potente.”</p>


<p>São oito episódios de 26 minutos. A cada um, uma convidada especial surge como cliente do salão. “O projeto é interessante porque, ao mesmo tempo que tem dramaturgia, também tem o lado sério da coisa, já que recebemos personagens reais para falar de assuntos reais”, explicou a atriz Heloisa Perissé.</p>

<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-left"><div class="dnd-atom-rendered">
            
        
    </div><div class="dnd-caption-wrapper">
<p>A presidente da EBC, Antonia Pellegrino, e a atriz Heloísa Perissé no lançamento da série. Paulo Pinto/Agência Brasil</p>
</div></div>

<p>“Chico Anísio sempre falou: ‘o humor entra em lugares que ninguém consegue’. O humor deixa a pessoa mais leve, a pessoa não se sente julgada ou agredida. Ao contrário, ela entra de uma forma suave. Como são assuntos delicados, assim fica mais fácil da gente levar essa mensagem.”</p>

<p>Uma das convidadas do salão é a atleta brasileira Daiane dos Santos, primeira ginasta do Brasil a conquistar uma medalha de ouro em um Campeonato Mundial. “É muito bacana ver o protagonismo feminino e falar de assuntos tão relevantes para todo mundo de um jeito bem-humorado”, acrescentou Daiane.</p>

<p>A trama também terá outras participações como a fundadora da Rede Mulher Empreendedora (RME), Ana Fontes, e a jornalista e escritora Milly Lacombe.</p>

<h2>Assuntos</h2>

<p>Entre os temas trabalhados pela série estão o machismo, o empreendedorismo, a violência, as relações afetivas, a economia do cuidado, o meio ambiente e a participação política das mulheres.</p>

<p>A proposta de Afiadas é deslocar o ambiente tradicional das entrevistas para o espaço cotidiano e informal do salão, aproximando o público das histórias e perspectivas dessas mulheres que pensam e transformam o Brasil. A direção é de Paulinho Caruso.</p>

<p>Segundo ele, o programa pretende não só atingir as mulheres, mas também servir como um instrumento de transformação para os homens. “Como homens dentro da equipe e assistindo a esses conteúdos, a gente aprendeu muito.”</p>

<p>O diretor conta que há assuntos óbvios para o meio feminino, mas que passam despercebido pelo universo masculino. Ele cita como exemplo um episódio em que a jornalista Milly Lacombe diz ter sido proibida de jogar futebol quando criança, porque isso era proibido às mulheres, na época.</p>


<p>“Achei que era exagero, uma figura de linguagem, mas é um fato [no Brasil, mulheres foram proibidas de jogar futebol de 1941 e 1979]. Com isso, a gente vai também aprendendo muito sobre esses temas.”</p>


<h2>TV pública</h2>

<p>A série será exibida semanalmente pela TV Brasil e também poderá ser acompanhada pelo YouTube (https://www.youtube.com/tvbrasil).</p>

<p>Durante o lançamento da série, nessa terça-feira (23) no Espaço Petrobras de Cinema, em São Paulo, a deputada federal Sâmia Bomfim reforçou a importância de se discutir temas relacionados ao universo das mulheres dentro de uma TV pública.</p>

<p>“[O programa] coloca a mulher em um lugar de não submissão em relação ao homem, mas a mulher por ela mesma, com seus direitos e por sua posição na sociedade. E será um programa com amplo alcance já que, em TV aberta, qualquer pessoa poderá assisti-lo.”</p>

<p>Para a presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Antonia Pellegrino, um dos papéis da TV pública é fomentar o debate sobre temas que atravessam o universo feminino.</p>


<p>“É importante que a TV pública apresente séries sobre gênero e que elas possam ter uma linguagem pop, divertida, sem, com isso, deixar de ser inteligente e de provocar debates relevantes. Acho que esta é maior importância da série a linguagem.”</p>


<h2>Episódios</h2>

<p>A temporada de Afiadas contará com oito episódios de 26 minutos cada. Os temas e entrevistadas de cada edição são:</p>

<ul>
	<li>Episódio 1: Empreendedorismo feminino, com Raquel Virgínia, cantora, empreendedora e fundadora da Agência Nhaí; e Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora (RME) e do Instituto RME.</li>
	<li>Episódio 2: Esporte e infância das meninas, com Daiane dos Santos, ícone da ginástica brasileira e embaixadora da ONU Mulheres; e Milly Lacombe, jornalista, escritora, roteirista e colunista.</li>
	<li>Episódio 3: Relações tóxicas – de casa ao trabalho –, com Maíra Recchia, advogada especialista em gênero e presidente da Comissão das Mulheres Advogadas da OAB/SP.</li>
	<li>Episódio 4: Economia do cuidado, com Ana Carolina Querino, representante adjunta da ONU Mulheres Brasil.</li>
	<li>Episódio 5: Vida além do trabalho, com Veronica Oliveira, palestrante.</li>
	<li>Episódio 6: Meio ambiente e soberania alimentar, com Ana Carolina Amaral, jornalista ambiental e fundadora do The Next Question.</li>
	<li>Episódio 7: Misoginia nas redes, com participação especial de uma personagem de videogame.</li>
	<li>Episódio 8: Sexualidade e consentimento, com Lázara Carvalho, advogada e professora especialista em educação em relações étnico-raciais.</li>
</ul>

<h2>Exibição multiplataforma</h2>

<p>Afiadas será exibida na TV Brasil e também nas plataformas digitais da emissora, como YouTube e o aplicativo TV Brasil Play, ampliando o acesso do público ao conteúdo.</p>

<p>Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar.</p>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:57:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Supremo retoma julgamento sobre uberização</title>
<link>https://www.radarmatogrosso.com.br/noticia/supremo-retoma-julgamento-sobre-uberizacao</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.radarmatogrosso.com.br/noticia/supremo-retoma-julgamento-sobre-uberizacao</guid>
<description>Empresas contestam decisões da Justiça do Trabalho que reconheceram vínculo de emprego nas relações entre motoristas de aplicativos e plataformas.</description>
<media:content url="https://www.radarmatogrosso.com.br/uploads/images/2026/06/supremo-retoma-julgamento-sobre-uberizacao1782298692.jpg" medium="image">
<media:description type="plain">© Marcello Casal jr/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira (24) o julgamento sobre a validade das ações da Justiça do Trabalho que reconheceram vínculo de emprego na relação entre motoristas de aplicativos e as plataformas, a chamada "uberização". A sessão está prevista para começar às 14h.</p>

<p>O julgamento foi suspenso no dia 1° de outubro do ano passado, quando foram ouvidas as sustentações das partes envolvidas no julgamento. Na sessão de hoje, serão proferidos os primeiros votos sobre a questão.</p>

<p>Serão julgadas duas ações relatadas pelos ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes que chegaram ao Supremo a partir de recursos protocolados pelas plataformas Rappi e Uber. As empresas contestam decisões da Justiça do Trabalho que reconheceram o vínculo empregatício com os motoristas e entregadores.</p>

<p>A Rappi alegou que as decisões trabalhistas que reconheceram o vínculo de emprego com a empresa desrespeitaram decisões da própria Corte que entendem não haver relação de emprego formal com os entregadores.</p>

<p>A Uber sustentou que é uma empresa de tecnologia, e não do ramo de transportes, e que o reconhecimento de vínculo trabalhista altera a finalidade do negócio da plataforma, violando o princípio constitucional da livre iniciativa de atividade econômica.</p>

<p>Durante a tramitação do caso, a Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou ao Supremo parecer contrário ao reconhecimento de vínculo trabalhista entre motoristas de aplicativos e as plataformas digitais.</p>]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>André Richter - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 07:57:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Aposta de Manaus leva prêmio de R$ 2,8 milhões na Mega-Sena</title>
<link>https://www.radarmatogrosso.com.br/noticia/aposta-de-manaus-leva-premio-de-r-2-8-milhoes-na-mega-sena</link>
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<description>Números sorteados são: 02 - 03 - 08 - 11 - 17 - 22. Para o próximo concurso, o prêmio principal está estimado em R$ 3,5 milhões. </description>
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<media:description type="plain">© Tânia Rêgo/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>Uma aposta de Manaus (AM) acertou as seis dezenas do Concurso 3.022 da Mega Sena, realizado nesta terça-feira (23), e vai receber o prêmio de R$ 2.813.548,14. </p>

<p>A aposta simples, com seis números, foi feita na Loterias Bemol. </p>

<p>Os números sorteados são: 02 - 03 - 08 - 11 - 17 - 22</p>

<ul>
	<li>102 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 8.964,74 cada</li>
	<li>4.426 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 340,54 cada</li>
</ul>

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<h2>Apostas</h2>

<p>Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de quinta-feira (25), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.</p>

<p>O prêmio principal está estimado em R$ 3,5 milhões. </p>

<p>A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.</p>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 22:57:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Comissão aprova garantia de direitos e proteção a indígenas LGBTIA+ no Brasil</title>
<link>https://www.radarmatogrosso.com.br/noticia/comissao-aprova-garantia-de-direitos-e-protecao-a-indigenas-lgbtia-no-brasil</link>
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<description>Projeto de lei está em análise na Câmara dos Deputados</description>
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<media:description type="plain">Kayo Magalhães/Câmara dos deputados</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1285012" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1285012">
<div class="midia-creditos">Bruno Spada/Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Célia Xakriabá, relatora da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 5943/25, que assegura a proteção da diversidade sexual e de gênero, a prevenção de discriminações e a promoção da inclusão de indígenas LGBTIA+. O texto acrescenta a proteção no Estatuto do Índio (<a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1970-1979/lei-6001-19-dezembro-1973-376325-norma-pl.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei 6.001/73</a>).</p>
<p>A autora do projeto, deputada Duda Salabert (Psol-MG), afirmou que a intenção é reparar uma dívida histórica com os povos originários e com pessoas que "ousam existir fora das normas impostas pela colonização".</p>
<p>Para a relatora, deputada Célia Xakriabá (Psol-MG), a proposta pretende assegurar maior proteção e reconhecimento às pessoas indígenas LGBTIA+. "No contexto brasileiro, combater a discriminação contra indígenas LGBTIA+ significa afirmar que os povos indígenas não podem ser compreendidos como uma categoria homogênea", disse.</p>
<p>Direitos e proteções
O projeto garante às pessoas indígenas, independentemente de identidade de gênero, orientação sexual ou características sexuais, a plena fruição de todos os direitos civis, políticos, sociais, econômicos e culturais. Fica vedada qualquer forma de discriminação, violência, expulsão do território ou exclusão por essas razões.</p>
<p>O texto reconhece que os povos indígenas possuem formas próprias de vivenciar gênero e sexualidade, e estabelece que tradições culturais não podem ser usadas para justificar violações de direitos humanos.</p>
<p>Saúde, educação e cultura
Na área da saúde, os programas do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena deverão coletar dados sobre identidade de gênero e orientação sexual de forma segura e confidencial.</p>
<p>O projeto prevê ainda ações de saúde mental; prevenção ao suicídio; atendimento integral à população indígena LGBTIA+, incluindo saúde sexual, reprodutiva e serviços de afirmação de gênero para pessoas trans; e capacitação de profissionais para atendimento humanizado.</p>
<p>Na educação, as escolas indígenas deverão incorporar conteúdos sobre direitos humanos e diversidade de gênero, além de adotar medidas contra o bullying. A elaboração desses conteúdos deverá contar com a participação de lideranças e organizações indígenas, incluindo coletivos de mulheres, jovens e LGBTIA+.</p>
<div id="image-container-1285015" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1285015">
<div class="midia-creditos">Kayo Magalhães/Câmara dos deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Duda Salabert, autora do projeto de lei</div>
</div>
<p>Na cultura, o poder público deverá fomentar a produção, preservação e difusão da arte e da memória relativas à diversidade sexual e de gênero nos povos indígenas, por meio de editais, mostras, festivais, publicações e registros audiovisuais, respeitando a autodeterminação dos povos e a gestão compartilhada com organizações representativas.</p>
<p>Proteção emergencial
O projeto cria mecanismo específico de proteção para indígenas expulsos ou ameaçados de expulsão de seus territórios em razão de orientação sexual ou identidade de gênero. Nesses casos, o Estado deverá oferecer abrigo seguro emergencial, apoio psicossocial, preservação dos direitos territoriais e culturais, e medidas para garantir o retorno seguro ao território de origem. Se o retorno não for possível, será assegurada realocação assistida para outro território ou local seguro.</p>
<p>O atendimento será prioritário e integrado entre órgãos indigenistas, de direitos humanos, de segurança pública e de assistência social.</p>
<p>Participação e dados
Os conselhos e comissões de políticas públicas para povos indígenas deverão garantir representação plural, com presença de mulheres, jovens e indígenas LGBTIA+.</p>
<p>Os órgãos federais também ficam obrigados a incluir recortes de orientação sexual e identidade de gênero na coleta e divulgação de dados estatísticos sobre povos indígenas, respeitadas a autodeclaração e a privacidade.</p>
<p>Dia Tybyra
O projeto institui o Dia Tybyra de Orgulho e Memória Indígena LGBTI+, a ser celebrado anualmente em 19 de maio. A data homenageia Tybyra, indígena executado no século 17 por sua homossexualidade – caso citado pela autora como símbolo da violência colonial contra a diversidade indígena.</p>
<p>Próximos passos
A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial; da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Agência Câmara Notícias</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 20:57:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Rio: maioria dos carros roubados está em áreas controladas pelo crime</title>
<link>https://www.radarmatogrosso.com.br/noticia/rio-maioria-dos-carros-roubados-esta-em-areas-controladas-pelo-crime</link>
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<description>Estudo mostra que 18% das recuperações se concentraram em seis regiões. Maioria desses veículos, sendo 95,4% dos carros e 64,4% das motos é recuperada em até 72 horas.</description>
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<media:description type="plain">© Joédson Alves/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo inédito do Instituto de Segurança Pública (ISP) do Rio de Janeiro aponta que, em 2025, cerca de 80% dos veículos roubados ou furtados no estado foram recuperados em cinco municípios: Rio de Janeiro, Duque de Caxias, São Gonçalo, Belford Roxo e São João de Meriti. </p>

<p>Os dados mostram que a maior parte dos veículos foi encontrada no interior das comunidades ou próximo de áreas controladas por organizações criminosas.</p>

<p>Segundo o estudo Roubo e recuperação de veículos: padrões de criminalidade no estado do Rio de Janeiro, divulgado nesta terça-feira (23), das 17.228 recuperações realizadas no ano passado, 18% se concentraram em seis regiões da capital, como as comunidades do Chapadão, Pedreira, Juramento, Manguinhos, Parque Arará e Complexo da Maré.</p>

<p>“Os crimes de roubo e furto de veículos figuram entre os delitos patrimoniais de maior incidência no estado do Rio de Janeiro e produzem impactos que vão além da perda material imediata, alimentando mercados ilícitos e outras dinâmicas criminais”, diz o ISP. </p>

<p>Uma análise do número de roubos e furtos de veículos por área indica que 50% dos casos ocorridos na capital fluminense estão concentrados em 4,3% da cidade. Já em Duque de Caxias, esse número passa para 2,6%. Em São João de Meriti, São Gonçalo e Nova Iguaçu, a concentração das subtrações é de 12%, 5,2% e 3% da área territorial dos municípios, respectivamente.</p>

<p>O estudo mostra também que a comunicação do crime para a polícia é rápida, com 92,2% dos automóveis e 91,8% das motocicletas sendo registrados em até três dias. A maioria desses veículos, sendo 95,4% dos carros e 64,4% das motos é recuperada em até 72 horas. </p>

<p>Segundo o ISP, os fluxos observados indicam trajetórias planejadas ou induzidas em direção a locais de receptação, de acordo com as redes de transações ilícitas presentes em cada território.  </p>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 19:57:00 -0300</pubDate>
</item>
</channel>
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